domingo, 23 de novembro de 2008

l Beijo l beso l bisou l bacio l kiss l kuß l poljub l kyss l kisu l polibek l

«Um beijo é um segredo que se diz na boca e não no ouvido.» JEAN ROSTAND
Estou sedenta de um beijo teu! Quero um beijo sincero, que me queira tanto como eu o quero. Quero um beijo verdadeiro, daqueles com sabor e cheiro, sem pressa de acabar. Quero experimentar a tua boca...trocar um segredo profundo...mais profundo que os nossos olhares...mas por favor não me tires do chão (por que não posso e não quero)...tem de ser um beijo real e eterno assim como o nosso amor....!!! Estou sem inspiração...mas será ela precisa para, apenas, demonstrar o sentimento que nutro por ti? Escrever "Amo'te" será suficiente? És o melhor que a Vida me deu, não te quero perder!
(Eu sei,hoje fui muito lamechas)
Daquela que Só te adora
P.s. Quero um Beijo Crepuscular

sábado, 15 de novembro de 2008

História do Beijo

Ao começar este texto pensei que poderia começar por contar a história dos meus Beijos....Bem...isso seria deveras deprimente!Prefiro partilhar alguma da informação que recolhi e seleccionei sobre a História do ósculo que é certamente mais interessante!!

Não se sabe muito à cerca da história do beijo, os dados mais antigos são quatro textos em Sânscrito Vérdico, escritos na Índia por volta de 1500 a.c. , que descrevem pessoas a beijarem-se. Obviamente que isto não significa que nunca ninguém anteriormente se tenha beijado nem que os indianos foram os primeiros a beijarem-se.

Após a sua primeira menção por escrito, o beijo não apareceu muito na arte ou na literatura por algumas centenas de anos. Talvez porque os artistas ou escritores tivessem ,por bem, considerado o Beijo algo demasiado particular e especial para ser descrito ou mencionado na arte e na escrita.

O poema épico indiano “Mahabharata” foi transmitido oralmente por milhares de anos antes de ser escrito e padronizado, em torno de 350 d.c. . Descreve um Beijo nos lábios como um sinal de afecto.

Outros textos indianos, já em cima mencionados, têm por nome “Vatsyayana Kamasutram“(este de origem religiosa) e “Kama Sutra“ (que foi escrito no século VI d.c.) e descrevem uma variedade de Beijos.

Também não há muitos registos sobre o Beijo no ocidente até à época do Império Romano.

Sabe-se que os Romanos costumavam usar o Beijo para cumprimentar amigos e familiares. Os cidadãos beijavam a mão do Imperador e, naturalmente, as pessoas beijavam os seus parceiros. Os romanos tinham três categorias para o beijo:

* osculum era um beijo na face

* basium era um beijo nos lábios

* savolium era um beijo profundo

Foram eles também que iniciaram várias tradições relacionadas com o Beijo que perduram até hoje. Na Roma antiga, os casais ficavam noivos beijando-se apaixonadamente à frente de um grupo de pessoas. Essa é, provavelmente, uma das razões pelas quais os casais modernos se beijam no final das cerimónias de casamento. Além disso, embora a maioria das pessoas pense que apenas cartas de amor são “seladas com um beijo”, os beijos foram utilizados para selar contratos jurídicos e comerciais. Os antigos romanos também costumavam beijar os cidadãos fazendo, este acto, parte das suas campanhas políticas.

O Beijo também teve uma importante função nos primórdios da Igreja Cristã. Os cristãos com frequência cumprimentavam-se com um osculum pacis, ou Beijo sagrado. De acordo com essa tradição, o Beijo sagrado causava uma transferência de espírito entre as duas pessoas que se beijavam. A maioria dos investigadores acredita que o objectivo desse beijo era apenas estabelecer vínculos familiares entre os membros da igreja e fortalecer a comunidade.Até 1528, o beijo sagrado fazia parte da missa católica. No século XIII, a Igreja Católica substituiu-o pelo agoro denominado "cumprimento da paz".

Embora actualmente, poucos religiosos incorporem o beijo sagrado, o beijo ainda prevalece na cultura ocidental. Hoje em dia, as pessoas beijam-se em várias situações por motivos diversos.Mas nem todos os beijos são felizes. Obras da literatura ocidental como “Romeu e Julieta” descreveram beijos como “perigosos” ou “mortais” quando compartilhados com as pessoas erradas. Alguns estudiosos e críticos literários vêem o vampirismo como um símbolo dos perigos físicos e emocionais decorrentes por se beijar a pessoa errada.

O derradeiro Beijo.

O Beijo de Judas. Um dos Beijos mais famosos do mundo ocidental foi o Beijo de Judas Iscariotes usado para trair Jesus antes da crucificação. Esse beijo teve uma forte influência sobre as práticas espirituais cristãs. Grupos da Igreja omitiram o beijo sagrado, ou abstiveram-se por completo de beijar na Quinta-Feira Santa. A Quinta-Feira Santa é a quinta antes da Páscoa e o dia utilizado para comemorar a Última Ceia, após a qual Judas traiu Jesus nos Jardins do Getsemani.

Para mim o Beijo é um acto extremamente importante, demasiado especial que se deve partilhar com aqueles de quem mais gostamos. Hoje em dia está demasiado banalizado.Toda a gente se beija por tudo e por nada...Por favor não banalizem o acto de BEIJAR...


p.S. Quero um beijo Crepuscular!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O primeiro Beijo

Preciso daquele amor que se vê nos filmes, em que tudo é perfeito, a música toca sempre que se olham, as nuvens cor-de-rosa pairam à volta e há sempre um futuro indefinido num final em que viveram felizes para sempre. No mundo real, uma relação amorosa cria-se através de dois sentimentos distintos: aquele que eu sinto por Ti e o sentimento que tu sentes por Mim. A conciliação dos dois é que faz com que o amor se possa construir todos os dias. Não existe uma reciprocidade imediata.
Nos primeiros encontros, a maioria das vezes, o que vemos e sentimos nem sempre corresponde ao que o outro vê e sente. Por vezes, o que se pensa ser amor é apenas atracção e desejo. Outras vezes, parece haver amor mas a verdade é que um ama e o outro sente-se bem por ser amado e deixa-se andar. Muitas vezes, as relações não funcionam porque há um deles que não tem auto-estima. Quem não se ama em si mesmo e às suas qualidades, não é tolerante com os seus defeitos e falhas, não tem capacidade para amar outrem.
Acontece então que o medo tudo domina, castra a energia positiva do amor. E os medos do amor são tantos. É preciso abdicar daquele patamar de segurança e arriscar para podermos fruir a energia…
Quem nunca teve medo de amar? Eu sempre tive medo de me magoar...de me desiludir...por isso fugi da primeira vez...tive medo e fugi! Desta vez tudo é diferente....porque não me importa partilhar ou nao partilhar este amor contigo...ele existe, simplesmente isso...chega..Às vezes estamos com alguém e ou a pessoa diz ou faz alguma coisa que nao cai bem...e que so nos apetece desaparecer....contigo não! É assim que eu sei que te adoro verdadeiramente...tudo em ti aos meus olhos simplesmente é perfeito!


Quero um beijo Crepuscular!